Revista Dasartes é indicada ao Prêmio ABCA

A Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) divulga os nomes indicados ao prêmio destinado aos artistas visuais, curadores, críticos, autores e instituições culturais que mais contribuíram para a cultura nacional em 2017. Os prêmios são atribuídos pelo resultado da votação de cerca de 150 associados, em escala nacional, a partir das indicações que cada um envia para discussão e aprovação em Assembleia Geral da entidade. Os vencedores serão anunciados no dia 18 de abril.

A Revista Dasartes foi indicada na categoria difusão das artes visuais na mídia.

A votação é feita por cédula rubricada com as indicações aprovadas e a apuração dos resultados é realizada por uma comissão de associados, com a participação da diretoria. O sistema de premiação foi criado em 1978, para destacar exclusivamente as artes visuais. A ABCA entrou para a história por sua presença significativa nos eventos artísticos desde a década de 1950 e teve papel na resistência ao regime militar, sob a liderança de Mario Pedrosa. Anualmente, o Prêmio ABCA contempla dez categorias (veja lista dos indicados abaixo).

O troféu criado pela artista Maria Bonomi, será entregue aos premiados no dia 22 de maio, terça-feira, às 20h, em cerimônia no Teatro do SESC Vila Mariana. A ABCA põe em evidência personalidades por meio de homenagens e aponta destaques no cenário das artes plásticas.

INDICAÇÕES – PRÊMIO ABCA:

Prêmio Gonzaga Duque (crítico associado pela atuação durante o ano):
Cauê Alves
José Armando Pereira da Silva
Luiz Camillo Osório

Prêmio Sérgio Milliet (crítico por pesquisa publicada):
Fernando Cocchiarale, André Severo e Marilia Panitz – Artes Visuais, Coleção Ensaios Brasileiros Contemporâneos, São Paulo, Edição Funarte, 2017
Mario Ramiro – 3nós3: Intervenções Urbanas, São Paulo, Editora Ubu, 2017
Diego de Matos e Guilherme Wisnik – Cildo estudos, espaços, tempo, São Paulo, Editora Ubu, 2017

Prêmio Mario Pedrosa (artista contemporâneo):
Bruno Faria
Rivane Neuenschwander
Rosana Paulino

Prêmio Ciccillo Matarazzo (personalidade atuante no meio artístico):
João Figueiredo Ferraz
João Moreira Salles
Pedro Mastrobuono

Prêmio Mário de Andrade (crítico de arte pela trajetória – filiado ou não):
Icleia Cattani
Lígia Canongia
Moacir dos Anjos

Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória):
Anna Maria Maiolino
Carmela Gross
Nicolas Vlavianos

Prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria pela exposição):
Gabriel Pérez-Barreiro e Michelle Sommer, curadores da exposição “Mario Pedrosa – De la naturaleza afectiva de la forma”, Museo Reina Sofía, Madri. 2017
Joana D’Arc pela curadoria da mostra “Daniel Santiago em dois tempos, MAMAM, Recife, 2017
Regina Teixeira de Barros pela curadoria de Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna”, MAM, São Paulo, 2017

Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade (instituição pela programação e atividade no campo da arte):
Bienal Internacional de Curitiba
Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia
Usina de Arte de Pernambuco

Prêmio Paulo Mendes de Almeida (melhor exposição):
Amélia Toledo – Lembrei que esqueci, apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2017
Histórias da sexualidade, no Museu de Arte de São Paulo, MASP, 2017
Levantes, apresentada no SESC Pinheiros, São Paulo, 2017

Prêmio Antônio Bento (difusão das artes visuais na mídia):
Revista Continente
Revista Dasartes
Rádio USP

Sobre a ABCA:
A ABCA criada em 1949, é a mais antiga associação brasileira de profissionais das artes visuais. Sua fundação, no Rio de Janeiro, foi liderada pelos críticos Sérgio Milliet, seu primeiro presidente, Mário Barata, Antonio Bento e Mário Pedrosa, entre outros, atualmente, é presidida por Maria Amelia Bulhões. Sua finalidade é reunir os críticos, incluindo os profissionais da crítica de arte, pesquisadores, historiadores, teóricos, ensaístas, jornalistas, jornalistas culturais e professores de história da arte e de estética, brasileiros ou domiciliados no Brasil. Para isso, a ABCA realiza periodicamente seminários regionais, nacionais e internacionais, edita o Jornal da ABCA, e mantém o Arquivo e Laboratório de Crítica de Arte, onde trabalha a documentação da produção dos críticos de arte, desenvolve o estudo da história da entidade, debate a história e a prática da crítica de arte e a arte contemporânea. A associação colabora, ainda, com os poderes públicos e a iniciativa privada, por meio da participação em ações e realizações culturais de utilidade social e cultural que visam despertar e intensificar o interesse do público pela arte.

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