Mostra de Modigliani é cancelada na Itália por denúncias de falsificação

Amedeo Modigliani Ritratto di Dèdie, 1918.

Um total de 21 obras de uma grande exposição dedicada a Modigliani foram apreendidas no Palazzo Ducale de Génova, na Itália. No inquérito que foi aberto pela autoria duvidosa das obras, a polícia relatou que os promotores do museu de Génova também abriram uma investigação sobre três pessoas associadas com a organização da exposição.

O Palazzo Ducale divulgou um comunicado em seu site sobre o fechamento precoce da exposição e que a investigação está em processo como vítimas da falsificação e observa que eles não organizaram diretamente a exposição (encomendaram uma empresa terceirizada, a MondoMostre Skira, para o planejamento e execução). MondoMostre foi responsável por incluir os curadores da mostra, Rudy Chiappini e Stefano Zuffi, que são duas das três pessoas atualmente sob investigação.

A investigação veio depois que o crítico italiano Carlo Pepi certificou-se de que na exposição, que teve mais de cinqüenta obras, incluindo desenhos e pinturas, havia poucos trabalhos de autoria de Modigliani.

Após as alegações, o curador Stefano Zuffi disse à EFE que “cada uma das obras tinha sido cuidadosamente inspecionadas por um restaurador, seguindo as práticas internacionais normais e precisas”.

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