Leilão de arte de James Lisboa teve disputas acirradas

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Nos dias 29 e 30 de junho aconteceu o leilão de arte de James Lisboa.

No primeiro dia 131 lotes foram a pregão no Leopoldo Jardins. A estrela da noite, “Mulata de Chapéu”, de Di Cavalcanti, foi arrematada por R$ 700 mil.

Outros destaques da noite foram:

Mira Schendel, lote com duas peças em ecoline sobre papel artesanal, R$ 120 mil
Tomie Ohtake, pintura sem título de 1966, R$ 550 mil
Alfredo Volpi, pintura sem título de 1980, R$ 300 mil
Burle Marx, pintura de 1989, R$ R$ 235 mil
Sandra Cinto, obra de 2011, R$ 190 mil
Cildo Meireles, pntura de 1986, R$ 90 mil
Antonio Maluf, obra da década de 1990, R$ 250 mil
Benedito Calixto, a pintura “Praia com rochedos”, R$ 100 mil
Maria Leontina, a pintura “Figura feminina”, R$ 50 mil

O segundo dia também foi de sucesso. Foram a pregão 156 lotes no James Lisboa Escritório de Arte, com nomes de peso como Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Aldemir Martins, Bruno Giorgi, Siron Franco e Waltércio Caldas.

Vários lotes foram objeto de disputas acirrada. Entre eles, o lote 157, a pintura “Jardim”, óleo sobre tela de 1967-69 com 162 cm x 114 cm, de Francisco Brennand. A obra do mestre pernambucano teve lance inicial de R$ 15 mil e acabou sendo arrematada por R$ 22 mil.

Outra disputa eletrizante ocorreu com o lote 250, uma pintura de Rubens Gerchman (“Casal impetuoso”, óleo sobre tela de 1988 com 43 cm x 30 cm). O pregão começou com lance inicial de R$ 7 mil e o lance vencedor acabou sendo de R$ 12,5 mil.

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