Fundação Louis Vuitton apresenta o melhor da arte africana em Paris

Chéri Samba’s painting Little Kadogo—I am for peace, that is why I like weapons (2004) (© Chéri Samba)

Nenhuma exposição única pode capturar completamente o cenário artístico do segundo maior continente do mundo, que tem 54 países e uma população de mais de um bilhão. Assim, os organizadores da Fundação Louis Vuitton concentraram sua pesquisa sobre a arte africana recente, intitulada “Arte/África: o Novo Atelier, em dois temas”.

O primeiro foco, chamado The Insiders, é uma seleção de obras emprestadas pela coleção de Jean Pigozzi, com sede em Genebra, que entrou em “território desconhecido” quando começou a comprar arte diretamente de artistas da África Subsaariana com a ajuda do Conselheiro artístico André Magnin em 1989, diz Suzanne Pagé, diretora artística da fundação e organizadora principal do evento. A mostra olha primeiramente no trabalho http://www.achaten-suisse.com/ feito entre essa época até 2009 e inclui o fotógrafo Zimbabwean Kudzanai Chiurai eo pintor Congolês Chéri Samba.

Uma seção complementar sobre a arte recente da África do Sul, intitulada “Being There: África do Sul, uma cena contemporânea”, apresenta trabalho de 17 artistas nascidos entre 1930 e 1991. “A situação atual do país está muito presente nas obras”, diz Pagé, como no vídeo de duas telas de Sue Williamson, “É um Prazer em Conhecer (2016)”, que retrata duas atitudes diferentes dos sul-africanos em relação ao sofrimento durante o Apartheid.

 

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