Especial SP-Arte – Nota 15: Review dia 6/4

Obra de Mariko Mori na Japan House

O primeiro dia da abertura oficial da SP-Arte manteve os corredores do Pavilhão da Bienal mais tranquilos e repleto de olhares curiosos por todos os lados.

Destaques:

– A artista Alice Shintani, representada pela Galeria Marcelo Guarnieri ganhou o prêmio para residência de três meses na Delfina Foudation em Londres. Sua instalação de dobraduras de papel coloridas mostra a delicadeza e forte influência de sua cultura em suas obras, já que Alice tem descendência japonesa. O prêmio é oferecido pelo Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte). O segundo prêmio foi para a artista Regina Parra, da Galeria Millan, que passará temporada na Residency Unlimited (RU), em Nova York (EUA). Os trabalhos dos artistas finalistas foram avaliados durante o evento pelo júri, composto por um representante de cada instituição, além do curador e pesquisador Márcio Harum.

– Circulando pela feira haviam vários compradores de museus internacionais como Museu de Houston e Austin, ambos dos EUA, e de coleções particulares e art advisory como por exemplo Simon Watson.

– O artista André Grifo representado pela Galeria Athena Contemporânea teve uma procura muito grande por suas obras, isto já aconteceu no ano passado. O jovem artista, descoberto pela galeria, teve sua única obra vendida já no preview da feira, mas a procura continuou. Segundo a galeria, sua produção é muito lenta e não tem como atender esta demanda e também não há a intenção de inflacionar o artista no inicio de sua carreira.

– Burburinhos: Um dos maiores destaques da feira ficou para o novo setor Japan House, uma prévia do novo espaço dedicado a cultura e arte contemporânea japonesa que inaugura em maio na Avenida Paulista. Ocupando no terceiro andar do pavilhão, um dos maiores setores da feira, o espaço trouxe obras de artistas como Mariko Mori, Yayoi Kusama e Hiroshi Sugimoto representados por galerias que farão parte da Japan House São Paulo.

– No geral as galerias estão satisfeitas com as vendas, algumas diziam estar melhores que o ano passado e outras nem tanto. Mas de um modo geral os expositores pareciam animados e muito se falava de uma eventual recuperação, enquanto outros diziam que nunca ouve crise no mercado de arte e que isto foi somente um ajuste depois do furor de altas nos preços de 2012/2013 com impacto mundial.

Veja matéria completa na Dasartes 59 

Veja mais imagens e acompanhe a feira em tempo real em nossas redes sociais e em notas diárias em nosso site.

Instagram: @revistadasartes

Facebook: Dasartes Brasil

Compartilhar: