© Yuri Firmeza A Fortaleza, 2010

YURI FIRMEZA

A 31.ª Bienal de São Paulo 2014, segundo os curadores Charles Esche e Galit Eilat, “tenta produzir e trazer trabalhos que podem mostrar alternativas, novas maneiras de pensar. São aspectos da experiência humana que ainda não estão presentes no mundo das decisões”. O artista Yuri Firmeza abre espaço para variadas possibilidades de leituras a partir da sua própria imagem ou da construção do discurso imagético ao explorar as novas possibilidades da linguagem estética que a fotografia, o vídeo ou a performance oferecem como processos experimentais. Yuri traz a presença de seu próprio corpo em um regime de ambiguidades, como um dispositivo pulsional constante para suas experiências, sem renunciar à uma contundência plástica. Reinventar os limites físicos do seu próprio corpo, convocado como um elemento ativo e estrutural, são registros que nos surpreendem, ao evidenciar um fluxo poético em suas múltiplas enunciações e uma inquieta emergência no campo da arte, primordiais para a constituição do imaginário contemporâneo.

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