A capital, 2011

As imagens construídas por Gisele Camargo suscitam uma dúvida sobre aquilo que está diante de nós. E não estou argumentando apenas sobre a sua pintura, mas sobre o espaço como um todo. Não sabemos se trata de um espaço imaginário ou construído a partir de um dado real. Se apostarmos nessa última possi-bilidade, torna-se curioso o fato de como a artista transforma esses frames de paisagens desimportantes, pelo fato de serem da ordem do cotidiano, em um mundo estranho, suavemente melancólico e bruto.

A capital, 2011

A capital, 2011

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