O futuro chegou! Mondrian e o movimento de Stjil

De Stjil (“O Estilo”, na tradução literária) é um movimento da vanguarda moderna da Holanda fundada em 1917, e tem como percursor o pintor Piet Mondrian que junto de outros artistas utilizavam principalmente das cores primárias.

Cem anos depois a exposição chega ao Brasil com cerca de 60 obras deste movimento onde os artistas aplicando essa técnica imaginavam como seria o futuro.

E o futuro, chegou!

Anunciada como uma das grandes exposições do ano pelo Centro Cultural Banco do Brasil na capital paulista, somente a notícia publicada pela revista Dasartes em suas redes sociais com a confirmação da mostra, obteve o alcance de 50mil pessoas no mês de janeiro deste ano.

Na entrada principal, a Instituição preferiu prender a atenção dos visitantes com diversas atrações como um jogo de memória em projeção com peças de um quadro de Mondrian, além de convidá-los a fotografar uma selfie dentro de um mini estúdio branco quando ao colocar a lente do aparelho celular na projeção, os convidados são fotografados dentro de um famoso quadro do artista. Além disso uma gigante estrutura com placas das cores do movimento ocupam o teto e os 4 andares do prédio atraindo olhares para o alto e muitos cliques. No mesmo ambiente ainda é possível interagir com uma réplica de uma obra de Gerrit Rietveld (um dos artistas do movimento), é a famosa cadeira de madeira em tons vermelho e azul com pequenos detalhes em amarelo. (Ver galeria de imagens abaixo)

A exposição começa efetivamente no andar térreo com parte da biografia de Mondrian contando sua trajetória desde seu nascimento na Holanda em 1872, passando por suas primeiras telas na década de 1900 já em Paris, até suas últimas obras em 1940. Nos andares acima, em ordem cronológica vemos a transição do artista da Figuração à Abstração, e suas famosas telas com composição de linhas e cores, de 1921 e 1937.

No terceiro e último andar da mostra é possível conhecer melhor o movimento de Stjil com textos, vídeos e imagens detalhando o inicio do movimento em 1917 pouco depois de Mondrian se mudar para Paris em 1912, além de conhecer as obras de outros artistas que aderiram ao movimento aplicando suas técnicas em móveis e em projetos arquitetônicos.

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