Rodin – O Despertar Modernista | TCU – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça

Sob curadoria de Marcus de Lontra Costa, a exposição Rodin – o despertar modernista é dividida em dois segmentos. No primeiro está um conjunto de 14 esculturas, pertencentes aos acervos da empresa mineira Vallourec (10 cópias em resina autorizadas pelo Museu Rodin, de Paris) e da Pinacoteca do Estado de São Paulo (4 obras originais). No segundo, fotografias vindas especialmente do Museu Rodin, na França, e outras que integram o acervo da Pinacoteca de SP, num total de 36 imagens, selecionadas para informar o espectador sobre a vida e a obra do grande mestre. Vai ser possível conhecer mais de perto o cotidiano de Rodin em seu ateliê e seu método de trabalho – Rodin desenhava suas peças, esculpia em formato menor, fazia os moldes em gesso e depois seus assistentes se incumbiam de ampliá-las em outros materiais.

Considerado o primeiro escultor da era moderna, responsável por recuperar a importância da escultura como linguagem artística, Auguste Rodin sintetiza, em seu trabalho, tradição e invenção. Em suas obras de pequeno porte, torções e movimentos de referência expressionista acentuam a sensualidade e a poética do mestre. Obras como O beijo e O Pensador atuam no imaginário coletivo como marcos da comunicação estética da cultura ocidental.

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