O tridimensional na coleção Marcos Amaro | FAMA

Disseminar a arte contemporânea brasileira é um dos pilares que regem a Fundação Marcos Amaro (FMA), instituição sediada na Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA), em Itu, no interior do estado de São Paulo. Sob a direção de Raquel Fayad e curadoria de Ricardo Resende, a organização inaugura, em 17 de novembro, mais três espaços expositivos com trabalhos de nomes expoentes e em ascensão da cena artística do país.

A instalação Rumo ao caminho molhado (s/d), uma espécie de portal de Tunga coabita o espaço da Sala 3 junto à icônica tela Fantasmagoria 20 (1978), de Iberê Camargo, Homenagem a Farnese, pintura da série Semelhantes (1980), de Siron Franco, e uma fotografia de Paul Setúbal.

Na Sala 4, estão os trabalhos Senzala (2011 – 2017), de José Resende, Sem título (s/d), de Amilcar Castro, e Se Vende (2008) de Carmela Gross. Na Sala 5, são apresentados Pássaro (2015 – 2018), de coautoria de Laura Lima e Zé Carlos Garcia e Pelo Amor… (2018), de Maria Nepomuceno. O Galpão das Fardas, que ocupa área aberta da Fundação, abriga agora obras dos artistas José Resende, Mário Cravo, Nicolas Vlavianos e Renata Lucas.

Juntos, os trabalhos integram Frente, fundo, em cima, embaixo, lados. Volume, forma e cor: o tridimensional na coleção Marcos Amaro, mostra permanente que é expandida conforme o crescimento do acervo do colecionador, artista e galerista que dá nome à instituição. Inaugurada em agosto, a exposição já reúne mais de 50 trabalhos, entre pinturas, esculturas, relevos e instalações de artistas de gerações e influências distintas, do Barroco à contemporaneidade, passando ainda pelos modernista

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