Não há esquecimento, só há abandono | Galeria Ecarta

A Galeria Ecarta promove abertura da exposição Não há esquecimento, só há abandono, dos artistas Eduardo Monteiro e Manoela Furtado. A mostra faz parte do edital de seleção da Ecarta que contou com comissão julgadora formada por Francisco Dalcol, Mônica Zielinsky e Vera Pellin. A comissão avaliou 40 projetos e selecionou duas propostas.

Os artistas Monteiro e Manoela partem das experiências com o corpo e com a matéria, que interseccionam processos de criação, transitando entre performance, desenho, pintura, montagem e apropriação de objetos.

A dupla sobrepõe suas próprias experiências por meio de performances em vídeo e foto, apoderando-se de objetos e lugares, relacionando seus corpos com a matéria descartada e abandonada. “O projeto expositivo discute questões sociais, passando pelo abandono e violência e propõe uma reflexão sobre como os indivíduos se relacionam com o ambiente e o espaço cotidiano”, completam.

Não há esquecimento, só há abandono pode ser visitado até 2 de dezembro com entrada gratuita. A próxima exposição, também integrante do edital, A frente e o verso do olho, de Carlos Donaduzzi, Elias Maroso e Emanuel Monteiro, com curadoria de Paula Luersen, terá estreia em 13 de dezembro com visitação até 27 de janeiro.

Haverá também uma itinerância em Novo Hamburgo com a exposição de desenhos Os infortúnios nos são úteis, de Gustavo Assarian, que foi lançada na Ecarta em agosto. A mostra tem curadoria do paulista Gilberto Habib de Oliveira e estreia em 13 de novembro, às 19h, no espaço cultural Albano Hartz (Passeio Calçadão Osvaldo Cruz, 112). O projeto é composto de 15 desenhos recentes e inéditos, produzidos nos últimos três anos, com uso mínimo de cor e espaços em branco. De acordo com o curador, os desenhos de Assarian provocam uma avalanche de associações pelos vínculos figurativos com a história da arte. A visitação é gratuita e pode ser realizada até 26 de janeiro.

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