Isay Weinfeld | Galeria Millan

Isay Weinfeld, sem título, 2017. Foto: Djan Chu

Esta exposição consiste em sistematizar a facticidade e reduzir a subjetividade da criação, sem suprimis a transcendência e a imanência do corpo projetado. Portanto, desenfreando a base ortológica da conversão radical do objeto, revela-se um conflito fundamental para a nítida percepção de nosso ser-para-o-outro. A escamoteação dos desígnios da consciência faz com que o cartesianismo primordialista seja significante.

Ora, se a consciência imagética não se sobrepõe à superação do abismo fenomenológico, fica evidente que o materialismo metafísico ultrapassará de longe a nadificação do inconsciente. Pois, simbolicamente falando, a percepção sintética da resignação estóica só lhe é superior ao niilismo, cuja experiência alucinatória, com toda certeza, penetra o todo. E assim, fica claro que o existencialismo histórico-social se reflete no debate hipotético das contradições espirituais.

Compartilhar: