Consciência Cibernética [?] | Itáu Cultural

Regina Silveira, Odisseia

Consciência Cibernética [?] é composta de trabalhos assinados por Regina Silveira, Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, José Wagner Garcia, Heloisa Candello, Claudio Pinhanez e Paulo Costa, além de uma obra realizada pela equipe de Inovação do próprio Itaú Cultural e processada em ferramenta do Google, entre os brasileiros. De fora do país, há obras dos americanos e Andrew H. Fagg, dos austríacos Christa Sommerer e Laurent Mignonneau, do australiano Jon McCormack, do francês Pascal Dombis e do irlandês Ruairi Glynn.

Assim, o instituto retoma junto ao público a temática cibernética sob a linguagem artística. Vale lembrar, que o Itaú Cultural foi uma instituição pioneira na pesquisa e divulgação deste gênero de obra visual. Até 2012, realizou seis edições da bienal Emoção Art.Ficial, introduzindo essa produção na arte contemporânea, até que ela deixou de ser parte isolada deste universo.

Passados cinco anos, Consciência Cibernética [?] desenvolve reflexões levantadas naquele momento e revela, em linguagem artística e interativa, a evolução das máquinas, que cada vez mais assumem funções antes só alcançadas pelo cérebro humano.

Regina Silveira criou um ambiente imersivo em realidade virtual. A sua obra, Odisseia (imagem), foi desenvolvida em colaboração técnico-criativa do Itaú Cultural com o High Performance Computing Center (HLRS), da Universidade de Stuttgart, na Alemanha. Trata-se de uma experiência estética em realidade virtual através dos famosos labirintos da artista, dessa vez definidos em 3D por um supercomputador do HLRS. Nela, o visitante faz uma viagem ambientada em céu diurno, aberto e infinito, em que um grande cubo opera como nave espacial transparente. Com entradas e saídas em cada face e uma disponibilidade alternada de caminhos,
o público se sente em uma passagem pelo interior de um espaço vítreo e labiríntico, no qual é possível caminhar sem gravidade em direção às possíveis saídas do lugar.

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