Arte na Luta | Aliança Francesa

Abrindo a temporada de 2018, a Aliança Francesa Belo Horizonte realiza o lançamento da mostra coletiva “Arte na Luta”, no dia 05 de abril. Os trabalhos foram escolhidos por meio de um edital de ocupação da galeria Georges Vincent. Oito projetos de sete artistas e um coletivo, formado por três artistas, vão expor mensalmente na sede da instituição, ao longo do ano.  Para o lançamento, será realizada uma coletiva, na qual cada artista apresentará um pouco do trabalho que irá compor sua exposição individual no decorrer do ano.

A curadoria dos trabalhos foi feita pelo júri composto pelo diretor da Aliança Francesa BH, Pierre Alfarroba; a ilustradora e professora, Mirella Spinelli; a ilustradora, roteirista e professora, Rebeca Prado; e o coordenador do FIQ e gestor cultural, Afonso Andrade. Após uma avaliação, os curadores chegaram aos nomes dos artistas: Anna Göbel, Carolina Botura, Flávia Ventura, Gilmara Oliveira, Isabella Leite, Marcel Diogo, Zi Reis e o coletivo formado por Vinícius Rezende, Karine Assis e Marina Morais.

Os projetos escolhidos trazem uma grande diversidade artística, incluindo trabalhos em linguagens como fotografia, desenho, pintura, áudio, e instalação, entre outras técnicas.

Por meio dos oito projetos selecionados, a Aliança Francesa reitera que acredita no poder da arte, da cultura e da educação para promover tolerância, abertura, curiosidade, diálogo, humor, igualdade, diversidade, e também para combater o ódio, o medo do outro, a ignorância, a corrupção, o racismo, a irresponsabilidade e o radicalismo.

  • “Tramas da Resistência” – Flávia Ventura

A primeira mostra individual a integrar a programação da série de exposições é “Tramas da Resistência” – da artista Flávia Ventura. Seus trabalhos ficarão expostos na galeria Georges Vincent do dia 26 de abril a 17 de maio.

A exposição apresenta trabalhos inéditos desenvolvidos entre 2017 e 2018 com base nos acontecimentos recentes do cenário político brasileiro, sob a ótica da mulher como personagem atuante nas lutas por justiça social e liberdade de expressão.

Passando por referências a grandes artistas e músicos que levantaram voz em momentos críticos da história política do Brasil antes e agora, como: Hélio Oiticica, Rosana Paulino, Gonzaguinha e MC Carol. As obras trazem um caráter experimental da mistura de técnicas e materiais tradicionais da produção artística com os do universo da costura e da estética corporal. Linhas se misturam às tintas e maquiagens, tecidos se misturam aos papéis.

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