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	<title>dasartes.com &#187; Curitiba</title>
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		<title>Individual de Delson Uchôa em duas galerias</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 03:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<category><![CDATA[Delson Uchôa]]></category>
		<category><![CDATA[SIM Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Simões de Assis Galeria de Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Galerias curitibanas se unem em exposição com obras inéditas do artista alagoano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-485x646.jpg" alt="" width="485" height="646" /><p>A SIM Galeria e a Simões de Assis Galeria de Arte se uniram para realizar exposição individual do artista plástico Delson Uchôa. A mostra vai ocupar o espaço das duas galerias, que funcionam lado a lado, e será inaugurada no dia 13 de junho.  A curadoria é da jornalista, crítica de arte e mestre em mídia e cultura Cristiana Tejo. Cristiana também foi diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM (2007-2008), no Recife, cidade onde, a partir de 2009, assumiu o cargo de coordenadora-geral de Capacitação da Fundação Joaquim Nabuco.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-9.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5877" title="Delson Uch+¦a - Bicho da Seda (9)" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-9.jpg" alt="" width="432" height="576" /></a></p>
<p>Dentre as obras escolhidas para a mostra estão fotografias, instalações e pinturas da série Bicho da Seda, a maioria delas criada exclusivamente para a exposição e outras inéditas no Brasil, que foram expostas somente durante a participação da SIM Galeria na ARCOMadrid 2013. A série é resultado de uma pesquisa que Delson fez sobre as cores do nordeste. Ao observar as sombrinhas coloridas que os pedestres usam para se proteger do sol forte da região, ele decidiu transforma-las em suporte para suas telas e instalações. “Quando vi aquelas pessoas com as sombrinhas, pensei: ‘São minha cor e minha luz, caminhando logo ali’”, conta o artista, que tem a profusão de cores e luz como as principais características de seu trabalho.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-10.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5878" title="Delson Uch+¦a - Bicho da Seda (10)" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-10.jpg" alt="" width="430" height="322" /></a></p>
<p>Tradicional entusiasta da arte, em Curitiba, está é a primeira vez que a família Simões de Assis apresenta uma exposição unindo as duas galerias. A Simões de Assis Galeria de Arte foi fundada em 1984, pelo arquiteto Waldir Simões de Assis Filho e está consolidada entre as maiores galerias do país. Já a SIM Galeria é capitaneada pelos filhos de Waldir, os gêmeos Laura e Guilherme Simões de Assis e foi fundada em 2011.  Apesar de jovem, a SIM já é referência na cena artística local e também nacionalmente, o que é confirmado pelas recentes participações nas feiras ArtRio, Sp-Arte e na internacional ARCOMadrid.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-8.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5876" title="Delson Uch+¦a - Bicho da Seda (8)" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-8.jpg" alt="" width="336" height="448" /></a></p>
<p><strong>Em tempo:</strong></p>
<p><strong>Exposição individual de Delson Uchôa</strong></p>
<p><strong>Curadoria: </strong>Cristiana Tejo</p>
<p><strong>Local:</strong> <strong>Simões de Assis Galeria de Arte</strong> – Alameda Dom Pedro II, 155, Batel – 41  3232-2315 / <strong>SIM Galeria — </strong>Alameda Presidente Taunay 130 A, Batel – Curitiba (PR)</p>
<p><strong>Data: </strong>De 13 de junho<strong> </strong>até 6 de julho</p>
<p>De terça a sexta das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-7.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5875" title="Delson Uch+¦a - Bicho da Seda (7)" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/Delson-Uch+¦a-Bicho-da-Seda-7.jpg" alt="" width="369" height="277" /></a></p>
<p><strong><em>Sobre a SIM Galeria: </em></strong>Tradicional entusiasta da arte, em Curitiba, a família Simões de Assis apresenta a SIM Galeria. Voltada para as manifestações contemporâneas de arte, a iniciativa funciona em um prédio anexo à Casa de Pedra (Al. Presidente Taunay, 130A – Batel) e é dirigida pelos gêmeos Guilherme e Laura Simões de Assis.</p>
<p><strong>Sobre a Simões de Assis Galeria de Arte</strong> - A Simões de Assis Galeria de Arte foi fundada em Curitiba no ano de 1984 pelo arquiteto Waldir Simões de Assis Filho com objetivo de difundir a arte moderna e contemporânea. Com grandes nomes da arte brasileira em seu currículo, a galeria ainda desenvolve parceria com museus nacionais, colaborando na organização e curadoria de mostras dos artistas que representa. É, também, responsável pela publicação de diversos livros de arte em uma editora própria.</p>
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		<title>Desenhos e aquarelas de Debora Santiago em Curitiba</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 04:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Debora Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[Ybakatu Espaço de Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[A artista plástica Debora Santiago expõe uma série de desenhos e aquarelas na Ybakatu Espaço de Arte, em Curitiba, de 27 de abril a 29 de maio. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiagoBetween-485x323.jpg" alt="" width="485" height="323" /><p>A artista plástica Debora Santiago expõe uma série de desenhos e aquarelas na Ybakatu Espaço de Arte, em Curitiba, de 27 de abril a 29 de maio. Nome de destaque nas artes plásticas do Paraná desde os anos 90, Debora Santiago sempre teve o desenho como prática fundamental, embora sua obra também inclua outros vocabulários &#8211; escultura, instalação, vídeo-arte, performance. Um apanhado de quase todo este trabalho está no catálogo que será lançado juntamente com a exposição, com apresentação da crítica de arte Daniela Vicentini.</p>
<p>No texto, intitulado ‘Um Percurso por Águas’, Vicentini percorre vários momentos da trajetória de Debora.“Logo que me debrucei sobre os trabalhos de Debora Santiago uma imagem contundente me ocorreu. A de que seria possível aproximar muitos deles, assim como a atmosfera que o conjunto de sua poética inspira, com qualidades da água. Águas de ribeirinho, de córrego, de riacho, de cachoeira, de chuva fina. Um murmúrio de rio”, descreve ela na abertura de sua análise da obra da artista.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiagoFicusBenjamina.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5760" title="DeboraSantiagoFicusBenjamina" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiagoFicusBenjamina.jpg" alt="" width="340" height="510" /></a></p>
<p>Além do texto de Daniela Vicentini, o catálogo também traz, entre outras, imagens de obras antigas que ainda não haviam sido registradas e de trabalhos que serão expostos pela primeira vez agora.</p>
<p>Debora Santiago mostra nesta exposição desenhos de porte intimista feitos nos últimos anos no Brasil e em Londres, onde residiu por um período. Também estarão em exibição o vídeo ‘Baião’ (2008) e o ‘Caderno Confete’ (2007). A abertura da exposição e lançamento do catálogo acontecem na galeria Ybakatu (Rua Francisco Rocha, 62 lj6) no sábado, 27 de abril, a partir das 11h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carreira</strong></p>
<p><strong></strong><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiago.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5757" title="DeboraSantiago" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiago.jpg" alt="" width="300" height="450" /></a><br />
Entre as principais exposições realizadas por Debora Santiago estão mostras individuais na Galeria T20 (2008, Murcia &#8211; Espanha ); Galeria Ybakatu Espaço de Arte (1997, 2001, 2005, Curitiba) e SESC Esquina (2003, Curitiba), e as exposições coletivas ‘<em>Cine Lage’</em>, mostra de vídeos, curadoria de Regina Melim, Parque Lage (2010, Rio de Janeiro); ‘<em>O Estado da Arte’</em> &#8211; com curadoria de Artur Freitas e Maria José Justino, no Museu Oscar Niemeyer, (2010, Curitiba);  ‘<em>Programa Rumos Visuais 2005-2006’ / Itaú Cultural</em>, com curadoria de Aracy Amaral, Cristiana Tejo, Luisa Duarte e Marisa Mokarzel (2006, Itaú Cultural, São Paulo, Paço Imperial-RJ e Casa das 11 Janelas, Belém); ‘<em>Arte Brasileno de Hoy’</em> (2002, exposição itinerante nas cidades de Pamplona, Salamanca e Santander, na Espanha); ‘<em>Arte Joven de Brasil’</em>, Galeria Rafael Ortiz (2001, Sevilha, Espanha), além de exposições no Brasil e Alemanha com o grupo de artistas do Projeto Linha Imaginária (2003, <em>Art Frankfurt &#8211; Project Curator&#8217;sChoice</em> ; 2001, Museu de Arte de Santa Catarina; 2000, Museu de Arte de Belém).</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiagoChuva.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5759" title="DeboraSantiagoChuva" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/DeboraSantiagoChuva.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong></p>
<p><strong>Exposição e lançamento de catálogo de Debora Santiago</strong></p>
<p>Abertura dia 27 de abril, a partir das 11h<br />
Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, até 29 de maio.</p>
<p>Ybakatu Espaço de Arte – Rua Francisco Rocha, 62 lj6, Curitiba<br />
Telefone: (41) 3264-4752</p>
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		<title>O Espaço Simbiótico de Juan Parada</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 23:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Criatividade de Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Parada]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista Juan Parada apresenta a partir do dia 13 de abril a exposição individual O Espaço Simbiótico no Centro de Criatividade de Curitiba, no Parque São Lourenço. Como resultado de uma pesquisa tridimensional, a mostra reúne instalações e séries de objetos em cerâmica, resina e metal, em diálogo com a arquitetura do espaço de exposição. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/04/convite1-485x327.jpg" alt="" width="485" height="327" /><p>O artista Juan Parada apresenta a partir do dia 13 de abril a exposição individual <strong><em>O Espaço Simbiótico</em></strong><em> </em>no Centro de Criatividade de Curitiba, no Parque São Lourenço. Como resultado de uma pesquisa tridimensional, a mostra reúne instalações e séries de objetos em cerâmica, resina e metal, em diálogo com a arquitetura do espaço de exposição. Os trabalhos apresentam uma espécie de sistema no qual são utilizados elementos como terra, pedras, água, plantas e luz. Numa relação “simbiótica”, os objetos, a arquitetura do local e os elementos vivos – que aparecem de forma processual, em constante transformação, sugerindo efemeridade, transitoriedade – estabelecem uma relação de troca mutuamente vantajosa.</p>
<p>SOBRE O ARTISTA</p>
<p>Formado em Escultura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em 2002, Juan Parada (1979) vive e trabalha em Curitiba. Começou a pesquisar cerâmica em 2003 e foi um dos membros fundadores do coletivo Interluxartelivre, que agitou o meio artístico da capital paranaense na década passada.</p>
<p>Entre as últimas mostras realizadas destacam-se: a exposição coletiva <strong><em>Abre Alas</em></strong>, exibida na galeria A Gentil Carioca, no Rio de Janeiro, em 2013; <strong><em>A Memória da Matéria</em></strong>, projeto contemplado pelo edital Bolsa Produção 5 e apresentado no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba – Solar do Barão em 2012; e a exposição <strong><em>O Estado da Arte</em></strong>, realizada junto com o coletivo Interluxartelivre no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, em 2010</p>
<p>Mais sobre Juan Parada:</p>
<p><a href="http://juanparada.wordpress.com/" target="_blank">juanparada.wordpress.com</a></p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/paradavisual" target="_blank">flickr.com/photos/paradavisual</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></p>
<p>Exposição: <strong><em>O Espaço Simbiótico</em></strong></p>
<p>Local: <strong>Centro de Criatividade de Curitiba. Parque São Lourenço: </strong><strong>R. Mateus Leme, 4.700, <a href="tel:%2841%29%203313-7192" target="_blank">(41) 3313-7192</a>.</strong></p>
<p>Data da abertura: <strong>13 de abril de 2013.</strong></p>
<p>Período expositivo: 13 de abril a 26 de maio.</p>
<p>Horário de funcionamento: das 09h às 12h, e das 14h às 18h.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vilma Slomp realiza exposição &#8220;Curitiba Central&#8221;</title>
		<link>http://dasartes.com/2012/vilma-slomp-realiza-exposicao-curitiba-central/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 15:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Slomp]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo lugar no Museu Oscar Niemeyer, a exposição "Curitiba Central" traz mais de 60 fotos retratam o centro da capital paranaense sob o olhar apurado da fotógrafa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/01/1-PRAÇA-OSÓRIO-2010-485x727.jpg" alt="" width="485" height="727" /><p>Curitibana de coração, a fotógrafa Vilma Slomp registra em imagens há 33 anos a cidade que a recebeu ainda na infância. Em 1975, assim que comprou sua primeira máquina profissional, a artista descobriu a paixão pela fotografia e, de lá pra cá, mergulhou na capital paranaense para registrar de todos os ângulos a vida do centro da cidade, homenageando-a e evidenciando as profundas modificações sofridas pelo espaço urbano ao longo deste período. As fotos compõem a exposição CURITIBA CENTRAL, com curadoria de Rubens Fernandes Jr., em cartaz na Galeria Niemeyer, no Museu Oscar Niemeyer (MON), de 12 de janeiro a 10 de março de 2013. O trabalho tem como referência o anel central determinado pelo IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba), formado pela Avenida Sete de Setembro até a Alameda Augusto Stellfeld, e da Rua Desembargador Motta até a Ubaldino do Amaral.</p>
<p>São 60 fotografias em preto e branco que retratam a cidade desde o final da década de 70 até os dias atuais. As imagens provocam sensações distintas ao observador, como se existissem várias cidades em um mesmo espaço. Para os mais velhos, é uma viagem no tempo e na memória, pois a arquitetura de madeira do século passado que remete à colonização e as modernas construções estão retratadas em detalhes. “Curitiba e eu crescemos e mudamos juntas. Registrei detalhes e construções importantes da história, como o Café Alvorada e o Museu Paranaense. O observador resgata nas fotografias o patrimônio urbano que remete a diferentes épocas da nossa cultura e ajuda a entender a Curitiba central atual”, afirma Vilma.</p>
<p>Para mostrar a vida urbana de uma das principais cidades do país, a artista registrou o ritmo de vida da sua população, suas etnias e peculiaridades, com destaque para a arquitetura central, valorizando o detalhe, o fragmento e as marcas do tempo. “O destaque é a arquitetura curitibana, com seus monumentos, prédios, lojas, igrejas, restaurantes e todas as construções que compõem o centro, cenário das principais transformações urbanas vivenciadas por Curitiba central ao longo destes mais de 30 anos”, explica a artista. Para realizar as imagens, usou equipamentos analógicos e filmes preto e branco.</p>
<p>Ao longo dos anos, Vilma procurou enquadramentos mais desafiantes que revelassem a sua visão da cidade. Nas fotos, aparecem detalhes que muitas vezes passam despercebidos na correria do dia a dia e mostram uma Curitiba de outro ângulo. “Procurei usar as luzes naturais a meu favor e captar registros únicos, mostrando a transformação do centro de Curitiba neste período. As fotos permitem ao observador passear pela cidade e resgatar sua visão da capital”, aponta a fotógrafa.</p>
<p>Vilma Slomp prepara o livro CURITIBA CENTRAL, com cerca de 200 fotografias, que será lançado no começo de março, em comemoração ao aniversário da cidade.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/01/8-PRAÇA-19-DEZEMBRO.jpg"><img class="alignnone  wp-image-5395" title="8 PRAÇA 19 DEZEMBRO" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2013/01/8-PRAÇA-19-DEZEMBRO.jpg" alt="" width="403" height="605" /></a></p>
<p>De 12/01 a 10/03/2013 (terça a domingo, das 10h às 18h)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico) / Galeria Niemeyer</p>
<p><strong><em>Sobre Vilma Slomp: </em></strong><em>Vilma Slomp possui acervos em importantes museus nacionais e internacionais, como o Museu Wilfredo Lan, em Havana – Cuba; Worcester Art Museum, em Worcester – EUA; Fogg Art Museum/Harvard University Art Museum, em Cambridge – EUA; International Center of Photography, em New York – EUA; Musée Français dela Photographie, Paris – França; Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro; Museu de Arte de São Paulo, em São Paulo; e Fundação Cultural de Curitiba, em Curitiba. A fotógrafa tem quatro livros publicados: Vísceras em Vice Versa (2006), Ilusão (2001), Dor (1998) e Feliz Natal (1996). Em 1998, Vilma Slomp ficou em 1º lugar nacional e 4º lugar mundial no Prêmio International Hasselblad.</em></p>
<p><em>Natural de Paranavaí, é formada em Administração de Empresas pela FESP (Fundação Estudos Sociais do Paraná &#8211; 1975) e fez pós-graduação em História da Arte do Século XX na mesma instituição (1999/2000). Estudou pintura, desenho e escultura com Guido Viaro na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e é autodidata em fotografia. Definiu a forma de  apresentar seu trabalho refletindo seu pensamento nas artes, política e cultura de sua época, construindo imagens que transitam sua reflexão filosófica da vida, e da natureza à morte, através de elementos como a palavra, poesia, incisões, colagens e recortes. Em 1980 realizou sua primeira exposição, “Foto Mulher”, que reunia 50 retratos femininos.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Claudio Álvarez expõe na Galeria Ybakatu Espaço de Arte</title>
		<link>http://dasartes.com/2012/claudio-alvarez-expoe-na-galeria-ybakatu-espaco-de-arte/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 19:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Álvarez]]></category>
		<category><![CDATA[Ybakatu Espaço de Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisador do movimento e da percepção, Claudio Álvarez propõe desafios ao olhar, construídos como mecanismos em que aquilo que vemos entra em contradição com aquilo que sabemos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/11/La-fuente-de-la-sala-al-lado_baixa_resolucao-485x385.jpg" alt="" width="485" height="385" /><p>Pesquisador do movimento e da percepção, Claudio Álvarez propõe desafios ao olhar, construídos como mecanismos em que aquilo que <em>vemos</em> entra em contradição com aquilo que <em>sabemos</em>. Ilusões de ótica, jogos de espelho e iluminação, objetos móveis e formas dinâmicas são elementos que formam o seu amplo repertório de jogos visuais.</p>
<p>Tanto em sua nova série, intitulada “Geometrias instáveis”, em<strong> </strong>que os mecanismos articulam elementos rígidos e flexíveis, movimentando-se de forma análoga aos fluidos naturais, como na obra “O chafariz da sala ao lado”, entre outras em que o espaço virtual contracena com o espaço real, Alvarez desenvolve construções que ativam uma percepção que alia análise e fascínio, raciocínio e ilusão – dois modos fundamentais da relação humana com o mundo.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>CLAUDIO ÁLVAREZ nasceu em Rosário-Argentina. Vive e trabalha em Curitiba, Paraná, Brasil desde 1977. Expõe desde 1981. Realizou mais de 13 exposições individuais e participou de várias exposições coletivas, nacionais e internacionais. Sua obra foi premiada em Salões de Arte e faz parte de acervos públicos e privados. O artista tem sua obra registrada no livro de arte “Claudio Alvarez”, 2001 e no catálogo “Aparências”, 2010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Claudio Álvarez | </strong><strong>Exposição ‘Aqui e Lá’ | </strong><strong>Ybakatu – Espaço de Arte</strong></p>
<p>Inauguração: 08 de dezembro das 10H às 14H.</p>
<p>Exposição: 10 de dezembro de 2012 a 22 de fevereiro de 2013 | Segunda a Sexta, 10H – 17H. | Entrada livre</p>
<p>Ybakatu – Espaço de Arte</p>
<p>Rua Francisco Rocha, 62 Lj.06 Batel &#8211; Curitiba &#8211; PR</p>
<p>tel: +55 41 32644752  |  <a href="mailto:ybakatu@ybakatu.com.br">ybakatu@ybakatu.com.br</a> | <a href="http://www.ybakatu.com/">www.ybakatu.com</a></p>
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		<title>Galeria virtual tem seu lançamento em Curitiba</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 18:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[A Banda Mais Bonita da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Underprint]]></category>

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		<description><![CDATA[Galeria virtual é lançada com show d´A Banda Mais Bonita da Cidade e Seu Zeba. Acesso e  inovação pautam as ações da nova galeria virtual 
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			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/claudio-celestino-dimas_mucha-tinta1-485x323.jpg" alt="" width="485" height="323" /><p>Idealizada como uma grande vitrine da arte visual contemporânea, a UNDERPRINT é uma galeria virtual que nasceu com a ideia de vender obras de artistas plásticos que estão em pleno processo produtivo e demonstram qualidade e originalidade em suas criações. Pautada pela inovação, a galeria<em> </em>surge com o objetivo de fazer escoar parte de uma produção que fica por vezes escondida em pequenos quartos e ateliês por aí, e em parceria com os artistas, garante a visibilidade e o acesso às obras de forma completa e segura.</p>
<p>Valorizando os artistas locais, a galeria virtual  pretende incentivar o debate sobre as artes plásticas no Brasil, promovendo e facilitando  o acesso  às obras. A curadoria privilegia artistas que estejam atentos à inovações nas artes visuais e tenham um certo apreço pela pesquisa de linguagem, explorando sempre novas possibilidades criativas. Biel Carpenter, João Francisco Paes, Jorge Torres Galvão, Pierre Lapalu, Fernando Rosenbaum, DW Ribatski e Fernando Franciosi  são alguns dos nomes que fazem parte da Underprint, mas com o tempo a previsão é expandir a parceria com outros artistas de Curitiba e de outros estados.</p>
<p>A galeria abrange várias técnicas artísticas, como aquarela, gravura, desenho e fotografia, e a proposta é que as obras expostas sejam únicas ou façam parte de uma tiragem limitada e numerada, garantindo um maior interesse por parte do público. As fotos para divulgação seguem um padrão de alta qualidade e as obras são expostas com ficha técnica completa. Para garantir a segurança, os pagamentos podem ser feitos via Paypal ou Pag Seguro e há possibilidade de parcelamento. Para dinamizar a relação com o público, a UNDERPRINT conta com uma Lojinha de produtos exclusivos e um blog com conteúdo produzido por profissionais do campo das artes, como professores, críticos e artistas convidados. A aposta, portanto, é no recente aquecimento do mercado das artes no Brasil e nas demandas de um público que preza por conforto e exclusividade.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/a-menina-suas-coisas-e-a-paisagem_debaixo-dagua-e-que-nem-no-ceu_maikel-da-maia1.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3598" title="a-menina-suas-coisas-e-a-paisagem_debaixo dagua-e-que-nem-no-ceu_maikel-da-maia" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/a-menina-suas-coisas-e-a-paisagem_debaixo-dagua-e-que-nem-no-ceu_maikel-da-maia1.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p>Criada pela Transpira, a UNDERPRINT entra no ar no próximo dia 24 de agosto de 2012, dia do artista, e a partir daí compras e visitas estão liberadas. O lançamento da galeria virtual será comemorado com show d’A Banda Mais Bonita da Cidade, Seu Zeba e discotecagem com Celestino Dimas. A festa acontece na Galeria Lúdica em Curitiba a partir das 22 horas. Ingressos R$15,00. A produção é da Transpira com apoio da Galeria Lúdica</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
UNDERPRINT: <a href="http://www.underprint.com.br/">www.underprint.com.br</a></p>
<p>Lançamento da Galeria Virtual UNDERPRINT  com Show d´A Banda Mais Bonita da Cidade, Seu Zeba e discotecagem Celestino Dimas.</p>
<p>Data:  24 de agosto (sexta-feira)<br />
Local: Galeria Lúdica &#8211; Rua Inácio Lustosa, 367 &#8211; São Francisco &#8211;  Curitiba<br />
Horário: 22 horas<br />
Telefone: 41 3024 8114<br />
+ informações: contato@underprint.com.br</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/descubro-quem-sou-a-margem-da-floresta-escura_andrea-berriel.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3600" title="descubro-quem-sou-a-margem-da-floresta-escura_andrea-berriel" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/descubro-quem-sou-a-margem-da-floresta-escura_andrea-berriel.jpg" alt="" width="383" height="550" /></a></p>
<p><strong>UNDERPRINT </strong></p>
<p>O termo <strong><em>underprint</em></strong>, no campo das artes, dá nome à assinatura de autenticidade da obra. Essa assinatura é feita sob a pintura ou impressão, por isso o nome. Foi com esse propósito que a galeria surgiu, mas a UNDERPRINT, além da autenticidade nas ações, garante também qualidade em tudo o que faz.</p>
<p><strong>TRANSPIRA</strong><br />
A UNDERPRINT foi criada pela equipe da Transpira, uma empresa da área cultural de Curitiba que há 3 anos constrói uma relação mais estreita com artistas da cidade e desenvolve projetos em diversas áreas, incluindo artes visuais, web e curadoria.<br />
Da plataforma de vendas à curadoria, das imagens das obras à entrega, todo o processo é pensado e construído sob a dinâmica cultural. Não somos uma empresa de <em>e-commerce</em> atuando na área cultural. Somos uma empresa cultural apropriando-se das ferramentas de comércio eletrônico. Acredite, isso faz toda a diferença.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO</strong></p>
<p><strong>A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE</strong><br />
A banda de nome bonito surgiu em 2009, na cidade de Curitiba, mas ficou conhecida  nacional e internacionalmente após postar na internet, em maio de 2011, o vídeo de uma de suas músicas, “Oração”,<em> </em>de Leo Fressato. Faz parte do repertório do show <em>singles</em> como “Mercadoramama”, “A Balada da Bailarina Torta”, “Aos Garotos de Aluguel”, “Solitária”, “Ótima”, “Oração” e “Canção Pra Não Voltar”, entre outros. A Banda Mais Bonita da Cidade é Uyara Torrente (vocal), Rodrigo Lemos (teclado), Vinicius Nisi (teclado), Diego Plaça (baixo) e Luis Bourscheidt (bateria).</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/a-banda-mais-bonita-da-cidade_marco-novack1.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3597" title="a-banda-mais-bonita-da-cidade_marco-novack" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/a-banda-mais-bonita-da-cidade_marco-novack1.jpg" alt="" width="634" height="433" /></a></p>
<p><strong>SEU ZEBA</strong><br />
Com foco no desenvolvimento de trabalhos que exploram a espontaneidade na música Seu Zeba criou o Salada Musical, e desde então vêm experimentando novas técnicas e caminhos sonoros com a pedaleira de loops. Aliás, Seu Zeba foi campeão brasileiro do Concurso “Boss Loop Station”, em que apresentou uma performance musical usando a tal pedaleira e concorreu com vários artistas bem mais experientes. Atualmente em turnê pela Europa, apresentando seu novo trabalho, Seu Zeba volta inspirado, justamente para apresentar seu show no lançamento do site.</p>
<p><strong>CELESTINO DIMAS</strong><br />
Celestino Dimas é artista visual e designer gráfico. Integrante do Coletivo Interlux e colaborador do Mucha Tinta, é um dos fundadores da Galeria Lúdica e do núcleo de 171Kbps Soundsystem, que já contou com convidados como Buguinha Dub, Yellow p, B Negão, entre outros. Pesquisador musical especializado nas vertentes underground da música negra e na multiculturalidade brasileira, suas discotecagens passeiam pela mescla de ritmos tradicionais e tendências contemporâneas. Já se apresentou em diversas casas e eventos com sets inusitados e altamente embalados.</p>
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		<title>Tiago Tebet abre exposição individual na SIM Galeria</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[SIM Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Tebet]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista apresenta série de pinturas que tem desde trabalhos abstratos até obras figurativas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/Cortina-2012-485x588.jpg" alt="" width="485" height="588" /><p>Técnica apurada, geometria precisa, noções de ritmo e equilíbrio, em suas obras Tiago Tebet valoriza a velocidade e o movimento. O artista apresenta exposição individual na SIM Galeria, em Curitiba, entre os dias 09 de agosto e 15 de setembro. Com apenas 25 anos de idade, ele já fez parte da Paralela 2010, além de ter participado da 40ª Annual de Artes Plásticas da FAAP, ocasião em que recebeu o prêmio principal do evento. Tebet afirma que a inspiração para seus trabalhos são sempre diferentes. Mas para a artista Leda Catunda, considerada um dos maiores talentos surgidos na “Geração 80”, a busca pelo elemento sublime parece ser um dos propósitos dessa série de pinturas de Tebet, que serão apresentadas em Curitiba. “Do sublime disfarçadamente inserido ou até mesmo oculto nas camadas da visualidade comum cotidiana. Operando um sistema de escolhas precisas, o artista constrói uma série de imagens com a tranquilidade incomum de quem confecciona um álbum de recortes”, afirma.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/Dub-2012.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3514" title="Dub - 2012" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/Dub-2012.jpg" alt="" width="448" height="564" /></a></p>
<p><strong>A exposição</strong></p>
<p>De acordo com Tebet, a série em cartaz na SIM Galeria tem desde pinturas abstratas até obras mais figurativas. Fazem parte dessa série, por exemplo, frames de detalhes da arquitetura urbana, como os desenhos das fachadas, dos portões ou a superfície mais que comum das portas de garagem. As cortinas são um elemento recorrente em suas pinturas, e ganham vida com o movimento construído pelo artista. Ele também se utiliza da paisagem, não tanto daquela com importância temática, fator presente na história da pintura, mas uma paisagem que está por trás do que se pode observar numa primeira instância.</p>
<p>As pinturas de Tiago Tebet são ricas em detalhes, principalmente nas construções geométricas. Ele também contrapõe pinturas em tons de cinzas ou verdes, quase monocromáticas e cores quentes e contrastes estremados tipo vermelho e verde, ou amarelo, laranja e preto, que, de acordo com Leda Catunda, conferem às pinturas um caráter de iluminação irreal.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/Janela-2012.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3515" title="Janela- 2012" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/08/Janela-2012.jpg" alt="" width="414" height="620" /></a></p>
<p><strong>Em tempo:</strong></p>
<p><strong>Mostra individual de Tiago Tebet</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>SIM Galeria – Al. Presidente Taunay, 130, Batel – Curitiba (PR)</p>
<p><strong>Data: </strong>09 de agosto e 15 de setembro. De segunda a sexta das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 16h.</p>
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		<title>Exposição fotográfica Splashes</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2012 02:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Centro Europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Centro Europeu sedia exposição fotográfica coordenada por Tony Genérico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/07/Ana-Gabriella-Amorim-485x321.jpg" alt="" width="485" height="321" /><p>Entre os dias 04 de julho e 02 de agosto, o Centro Europeu de Curitiba irá sediar a exposição fotográfica <strong><em>Splashes</em></strong>, produzida por alunos de seu curso de Fotografia. O trabalho foi coordenado pelas fotógrafas Tânia Buchmann e Charly Techio, supervisoras do curso de fotografia do Centro Europeu, e pelo fotógrafo Tony Genérico, um dos grandes especialistas em splashes, técnica de fotografias em alta velocidade, que retrata, por exemplo, explosão de balões e colisão de gotas.</p>
<p>“Splash, na língua inglesa, é uma onomatopeia para o som do impacto de um líquido. Esse impacto pode ser entre um sólido e um líquido ou, até mesmo, entre dois líquidos. O encanto de fotografar um splash natural está em seu caráter único e surpreendente, pois não há dois splashes idênticos na natureza. Além disso, tornar visível aos homens o que é invisível na natureza, por meio de uma técnica especial, tem seu caráter mágico”, explica Tony Genérico.</p>
<p><img class="alignnone  wp-image-3037" style="line-height: 24px;" title="Cleo Lepchak" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/07/Cleo-Lepchak.jpg" alt="" width="460" height="306" /></p>
<p>Segundo o profissional, a ideia da exposição surgiu durante um workshop sobre splashes, ministrado recentemente no Centro Europeu. “Fiquei muito feliz com o convite do Centro Europeu para ministrar nosso primeiro workshop de splashes. Mais feliz ainda foi interagir com uma turma muito especial, que logo em seguida se revelou determinada e criativa, conseguindo soluções inéditas, que inspiraram esta exposição”, completa o profissional.</p>
<p>A mostra <strong><em>Splashes</em></strong> ficará exposta no Espaço Centro Europeu (Rua Brigadeiro Franco, nº 1700). A entrada para a exposição é gratuita e os trabalhos, produzidos pelos fotógrafos Ana Amorim, Cleo Lepchak, Fernando Nobre, Marcelo Peixoto, Rinnely Bressan e Rogério Takahashi, poderão ser visitados de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e nos sábados, das 8h às 17h. Mais informações pelo telefone (41) 3222-6669 ou no site <a href="http://www.centroeuropeu.com.br/">www.centroeuropeu.com.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Local:</strong>  Espaço Centro Europeu (Rua Brigadeiro Franco, nº1700).</p>
<p><strong>Data: </strong>de 03 de julho a 02 de agosto</p>
<p><strong>Horário:</strong>  De segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e nos sábado, das 8h às 17h.</p>
<p><strong>Informações: </strong>(41) 3222 – 6669 ou<strong> </strong><a title="blocked::http://www.centroeuropeu.com.br/<br />
http://www.centroeuropeu.com.br/" href="http://www.centroeuropeu.com.br/">www.centroeuropeu.com.br</a></p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/07/Fernando-Nobre.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3038" title="©2011 Fernando Nobre" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/07/Fernando-Nobre.jpg" alt="" width="536" height="377" /></a></p>
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		<title>Rafael Alonso apresenta “Repetidor” na SIM Galeria</title>
		<link>http://dasartes.com/2012/rafael-alonso-apresenta-repetidor-na-sim-galeria/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 16:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Alonso]]></category>
		<category><![CDATA[SIM Galeria]]></category>

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		<description><![CDATA[O  artista se inspira em objetos do cotidiano para criar pinturas que estão na
 intersecção entre o abstrato e a representação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/06/2012632010439832860378-485x552.jpg" alt="" width="485" height="552" /><p>Apontado pela crítica como uma das revelações da arte contemporânea, o artista plástico Rafael Alonso apresenta sua nova mostra: “Repetidor” na SIM Galeria, em Curitiba, entre os dias 21 de junho e 30 de julho. Alonso, 29 anos, nasceu em Niterói e atualmente reside e trabalha no Rio de Janeiro. Em seus trabalhos uma temática é recorrente: reproduções do mundo ao seu redor, de elementos de seu dia-a-dia. “Tento construir nos meus trabalhos relações entre a tradição da pintura e as situações, imagens, objetos do cotidiano que me estimulam”, explica o artista.</p>
<p>Embora em uma primeira impressão possam parecer abstratos, devido aos grandes campos de cor, os trabalhos de Alonso estão mais em uma fronteira entre a abstração e a representação. “Não há dúvida que Rafael pinta o nosso mundo. Mas não o abstrai como os modernistas o fizeram, nem o representa, tal como os clássicos. Ele faz migrar pela pintura, de modo ilusionista, fragmentos da dimensão plana do cotidiano, para o quadro”, comenta o crítico e curador Fernando Cocchiarale.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/06/201263201042201496544269.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2871" title="201263201042201496544269" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/06/201263201042201496544269.jpg" alt="" width="519" height="398" /></a></p>
<p><strong>Repetidor</strong></p>
<p>Alonso já buscou inspiração para suas obras em materiais como fitas adesivas, borrachas e elásticos, mas o tema de “Repetidor” é diferente. As pinturas que ele apresenta na mostra, e que foram trabalhadas no último um ano e meio, são, conforme suas próprias palavras, “uma tentativa de produzir uma pintura que se relacione com os objetos do design, mais especificamente computadores, monitores de TV e tablets. Objetos que servem como mediadores das imagens, de nosso contato com o mundo”.</p>
<p>A intenção do artista é investigar as possíveis interseções entre a pintura e o design, representando os objetos mediadores. São imagens planas, de objetos planos, feitas manualmente. A SIM Galeria de Arte abre durante a semana das 10 às 19 horas e, aos sábados, das 10 às 18 horas.</p>
<p><a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/06/20126320104251940861069.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2870" title="20126320104251940861069" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/06/20126320104251940861069.jpg" alt="" width="519" height="359" /></a></p>
<p><strong>Mostra “Repetidor”</strong></p>
<p><strong>Apresentação: </strong>Fernando Cocchiarale</p>
<p><strong>Artistas: </strong>Rafael Alonso</p>
<p>De 21 de junho e 30 de julho. De terça a sexta-feira das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h.</p>
<p>SIM Galeria: AL. PRESIDENTE TAUNAY 130A &#8211; CURITIBA PR | 41 3322 1818 | <a href="mailto:info@simgaleria.com">INFO@SIMGALERIA.COM</a></p>
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		<title>(Im)permanências, na Casa Andrade Muricy</title>
		<link>http://dasartes.com/2012/impermanencias-na-casa-andrade-muricy/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[José Antonio de Lima exibe novas tramas na Casa Andrade Muricy]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/04/DSC_9248.jpg" alt="" width="425" height="404" /><p>“Do casulo à borboleta”. Assim, José Antonio de Lima define a evolução de suas instalações de grandes dimensões que, se antes dialogavam com o tempo pela impermanência dos materiais orgânicos, agora também conquistam perenidade ao se metamorfosearem em formas metálicas.</p>
<p>A nova fase do artista será conhecida pelo público curitibano na exposição individual <em>(Im)permanências</em>, que abre no próximo dia 29, às 17 horas, no piso térreo da Casa Andrade Muricy. Com curadoria do pesquisador e crítico de arte Fernando Bini, a mostra reúne duas grandes instalações, 10 objetos, 12 desenhos e 12 pinturas – obras, em boa parte, já vistas no Rio de Janeiro, Suécia, Japão e Portugal, mas ainda inéditas em Curitiba. O conjunto faz parte do projeto Tramas, aprovado pela Lei Rouanet, que inclui essa e outras exibições como a que será realizada em julho, em Helsinque, na Finlândia.</p>
<p>José Antonio conta que deu início às suas Tramas, instalações que se assemelham a móbiles gigantescos, nos anos 1990, quando começou a construir objetos em tecido, ferro e pasta de papel. “Esses objetos foram se expandindo e passaram a se constituir em esculturas maiores, que nomeei de Catedrais, feitas somente com tecido costurado em ferro. As Catedrais, por sua vez, explodiram ainda mais suas dimensões, transformando-se nas Tramas”, conta.</p>
<p>Nos últimos anos, os materiais orgânicos, matéria-prima fundamental do artista, transformaram-se em moldes para dar origem a uma fundição de peças únicas em alumínio, inaugurando uma nova fase que será mostrada ao público pela primeira vez em Curitiba. “Minha intenção inicial era justamente que essas obras, feitas de tecido, ferro, papel, fossem se modificando com o tempo, ficando velhas. Eu não tinha preocupação com a durabilidade desse material. Mas quando cheguei às Tramas, pela beleza de suas formas, de seu desenho, mudei de ideia, porque gostaria que elas pudessem ser levadas a espaços mais amplos e ao ar livre. Por isso, fui buscar uma forma de fundi-las”, conta José Antonio.</p>
<p>Fundidas em metal, as instalações em tecidos trançados, costurados e amarrados ganham resistência e novas características estéticas, mas não perdem sua “aura”, como explica o crítico Fernando Bini: “Mantida a aparência, a forma orgânica, efêmera, que outrora esteve dependente do tempo, o qual se encarregava de suas transformações, agora resiste pela sua necessidade da permanência, busca o máximo possível da imobilidade, e das borboletas, formas leves e voadoras, surgem estas fantasmagorias, semelhante às texturas das membranas dos morcegos notívagos”.</p>
<p>As Tramas em alumínio guardam, em sua superfície, a porosidade do tecido. “Ao fundir as peças, perdeu-se a textura deste material em muitas partes, mas isso não era uma preocupação, e sim manter a forma, o movimento da construção em tecido, características que eu não conseguiria recriar soldando ou modelando, só costurando”, conta o artista. Mas há muito de “impermanência” na perenidade do alumínio, e esta foi uma das motivações de José Antonio ao escolher este material bem mais leve e claro que outros metais. Sua cor, por exemplo, como nos tecidos, que se esmaecem, também se modifica com o tempo, oxida.</p>
<p><strong>Fazer contínuo</strong></p>
<p>A curadoria de Fernando Bini permite a José Antonio realizar uma espécie de síntese de sua trajetória de 25 anos como artista. “Bini faz um apanhado geral do meu trabalho ao reunir pintura, objetos, desenhos e instalações. Ele sintetiza a minha ideia geral de arte”, diz ele, que realizou sua primeira exposição em Maringá, em 1987, pouco antes de se mudar para Curitiba.</p>
<p>As diversas técnicas e linguagens nas obras apresentadas se relacionam entre si e com fases anteriores da carreira de José Antonio e expressam um fazer contínuo. “Meus trabalhos são decorrência um do outro, não fico inventando, o último trabalho tem sempre amarração com os primeiros”, conta. Os desenhos em nanquim e colagem em papel, por exemplo, expostos em conjunto com as instalações e objetos, são “ideias” colocadas no papel que podem dar origem (ou não) ao material tridimensional. “Mas também posso construir os tridimensionais e depois fazer os desenhos”, diz.</p>
<p>As pinturas parecem dar início a um novo caminho em sua trajetória, já que José Antonio sempre expôs mais obras em técnica mista, como colagens e objetos, mas a linguagem é algo que ele já vem perseguindo há muitos anos. “A pintura a óleo pede um pensar diferente. Pintar é outra grande experiência, que exige o desenvolvimento do olhar, do pensar, uma habilidade com a cor, o volume, o desenho. Enfim, exige um envolvimento total do artista, proporcionando um maior desenvolvimento espiritual”, diz.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> <a href="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/04/DSC_9203.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1379" title="DSC_9203" src="http://dasartes.com/2012/wp-content/uploads/2012/04/DSC_9203-300x270.jpg" alt="" width="300" height="270" /></a></strong></p>
<p><em>(Im)permanências</em>, na Casa Andrade Muricy (Al. Dr. Muricy, 915 – Centro, Curitiba &#8211; PR), (41) 3321-4798 e 3321-4786. Exposição de José Antonio de Lima. Abertura, dia 29 de março. Terça a sexta-feira, das 10 às 19 horas; sáb., dom. e feriados das 10 às 16 horas. Até 3 de junho.</p>
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