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Além do horizonte

O que é o horizonte? Pelo dicionário, é “a linha aparente ao longo da qual, em lugares abertos e planos, observamos que o céu parece tocara terra ou o mar”. E é o fio condutor da coletiva Linha aparente, desde 14 de julho na Sérgio Gonçalves Galeria. Reunindo 11 jovens e talentosos artistas plásticos, vindos de diversos estados e com pesquisas artísticas distintas, cada um expõe sua visão do conceito em pintura, fotografia, carimbo, vídeo. Um horizonte amplo e irrestrito.

A exposição reafirma um dos objetivos da galeria: o de garimpar novos nomes do atual cenário brasileiro das artes plásticas. “Além do intercâmbio entre brasileiros e estrangeiros, nosso outro foco é o de abrir espaço para novos talentos, entre artistas e curadores, coisa que só acontece em centros culturais”, diz Sérgio Gonçalves. Além de Daniela Seixas e Clarissa Campelo – representadas pela galeria –, os outros nove artistas vêm de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“Os autores escolhidos conseguem ir além do costumeiro rótulo de ‘jovem artista’ e apresentam pesquisas que se mostram complexas e idiossincráticas. Conscientes das diversas realizações da tradição clássica e da arte contemporânea, buscam seu espaço dentro do sinuoso horizonte do sistema de arte no Brasil”, afirma Raphael Fonseca, curador da mostra.

Sérgio Gonçalves Galeria

3ª a 6ª, das 11h às 19h; sáb., das 11h às 18h. - Rua do Rosário, 38, Centro – RJ. Tels.: (21) 2263-7353 / 2253-0923

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